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domingo, 17 de janeiro de 2016

Como funciona o protetor solar?

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Apesar do Brasil ser um país tropical onde o sol aparece quase todos os dias, 60% da população sofre de insuficiência de Vitamina D, baixos níveis dessa substância pode provocar doenças como diabetes, hipertensão, câncer, problemas neurológicos (depressão, bipolaridade, esquizofrenia) e imunológicos, além, de esclerose múltipla e lúpus. O baixo nível da Vitamina D também compromete a absorção do cálcio pelo organismo, e isto afeta diretamente a saúde dos ossos. Quanto as grávidas, a insuficiência do composto favorece nascimento de crianças portadoras do autismo. 

A maior fonte de Vitamina D é o sol, porém, algumas vezes é necessário ingerir a substância, que pode ser adquirida em farmácias. O tempo de exposição ao sol para suprir a quantidade necessária desta vitamina depende da tonalidade de pele da pessoa, quanto mais clara menor o tempo, e quanto mais escura maior o tempo. O tempo de exposição também varia de acordo com o horário em que ocorre a exposição, da sua localização geográfica e da estação do ano. Porém, independente destes fatores é recomendável que todas as pessoas se exponham ao sol de 15 a 20 minutos todos os dias, sem o uso de protetor solar, pois, o protetor inibe a absorção do componente, após esse período de exposição, o uso do filtro solar é indispensável.

Especialistas afirmam que o melhor horário para se absorver a vitamina D solar é das 10 as 16 horas, justamente o horário em que os dermatologistas orientam para que evitemos a exposição ao sol. Nas regiões sul, sudeste e centro-oeste do Brasil o sol é menos danoso neste horário quando comparado as regiões norte e nordeste que estão mais próximos da linha do equador.

Os raios solares possuem radiação do tipo UVA, UVB e ultravioleta.

Os raios UVA, possuem radiação de média intensidade, atingem uma camada mais profunda da pele e são responsáveis pelo bronzeamento, surgimento de manchas, rugas. Ele não é totalmente bloqueado pelo protetor solar.

Os raios UVB atingem uma camada mais superior da pele, são radiação de alta intensidade e são mais abundantes das 10 as 16 horas, esse tipo radiação é útil na absorção da vitamina D pelo organismo, mas eles são responsáveis também pela vermelhidão e dores provocadas pela queimadura do sol, também aumenta o risco de câncer de pele.

Os raios infravermelhos são responsáveis pelo aquecimento, por isso você sente um grande calor quando entra num carro deixado no sol, é uma radiação de baixa intensidade, que é responsável pelo envelhecimento da pele.

Os protetores solares formam uma barreira física que refletem a radiação solar e impedem que ela atinja a pele. Os protetores solares são classificados em FPS (Fator de Proteção Solar), se o FPS do seu protetor solar for 30, isto significa que ele te protege por 30 vezes mais o tempo que você levaria para se brozear (ficar vemelho), ou seja, se sem protetor solar você fica vermelho em 10 minutos, então, o protetor te protegerá por 300 minutos, ou seja, você estará protegido por 5 horas, exatamente o período de tempo em que a radiação é mais crítica.

Por isso, talvez não compense pagar mais por protetores solares de maiores FPS, antes das 10 e após as 15 horas a radiação solar é menos intensa e menos danosa a pele.

Lembrando que o protetor solar é uma barreira física, podendo ser necessária a reaplicação do produto após um tempo dentro da água.

Aliás, se para o ser humano o protetor solar só trás benefícios, para os recifes de corais não podemos dizer o mesmo, todos os anos cerca de 14 mil toneladas de protetor solar atingem os corais, e isso é  muito ruim, pois, pode causar danos ambientais irreparáveis, pois, cerca de 25% dos peixes dos mares vivem nestes corais. 
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Tomates contra o câncer e o envelhecimento

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Recentemente temos visto na mídia um alvoroço em relação a Fosfoetanolamina, um composto que supostamente possui o poder de curar diversos tipos de câncer.

Intencionalmente eu disse supostamente porque até o momento o medicamento não foi devidamente testado para ter sua eficácia comprovada, e também porque apesar da substância ser associada a um pesquisador da USP, ela foi desenvolvida de forma independente por esse profissional que é um químico aposentado da instituição, seu estudo desenvolveu o processo de fabricação, mas não realizou os estudos clínicos que são aplicados a qualquer produto natural ou sintético que possua indícios de que possam ser utilizados para tratamento de doenças.

Os testes são fundamentais para verificar se o produto realmente é eficaz, em quais tipos de câncer ela pode indicado como tratamento, quais são os efeitos colaterais, bem como, avaliar como ele interage com demais medicamentos geralmente administrados no tratamento dos diversos tipos de câncer.

O objetivo desta postagem não é falar da fosfoetanolamina, mas do tomate, este alimento acessível que quase que diariamente está no prato de milhões. Há controvérsias sobre se o tomate é fruta ou legume, a cultura popular costuma definir como legume, pois, ele é um produto natural originário de uma planta e não é doce, assim, laranja, jabuticaba e maçã são frutas, enquanto que tomate, mandioca, alho e cebola são legumes.

Porém, cientificamente falando, do ponto de vista da botânica, a fruta é a "capsula" que armazena a semente de uma planta, portanto, tecnicamente o tomate é uma fruta, assim, como a maçã, a uva e a laranja. Simplificando, tudo que tem semente é fruta, o que não tem semente é legume, exceto as folhas que comumente são chamadas de vegetais.

O tomate é rico numa substância chamada Licopeno, este composto é o responsável pela cor vermelha da fruta, estudos apontam que o Licopeno é eficaz no tratamento de combate ao câncer. Além do tomate, o licopeno pode ser encontrado em quantidades superiores na goiaba, na melancia e no mamão papaia.

Diferente do que ocorre com a maioria dos compostos naturais, o Licopeno não é destruído e nem perde suas propriedades medicinais quando aquecido, portanto, os molhos de tomate vendidos em supermercados também são fonte de Licopeno.

Estima-se que um quilo de tomate maduro possui de 20 a 30g de Licopeno, além de possuir propriedade medicinais úteis no tratamento de câncer, o composto possui efeito antioxidante por combater os radicais livres, ou seja, o tomate também combate o envelhecimento.

Além de frutas in natura como o tomate, a melancia e goiaba, aumente sua fonte de Licopeno incluindo periodicamente em sua alimentação macarronada ao molho, catchup e até mesmo goiabada.

Os benefícios a saúde de se comer o tomate são muitos, ele só deve ser evitado caso haja recomendação médica.
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