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domingo, 17 de janeiro de 2016

Tomates contra o câncer e o envelhecimento

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Recentemente temos visto na mídia um alvoroço em relação a Fosfoetanolamina, um composto que supostamente possui o poder de curar diversos tipos de câncer.

Intencionalmente eu disse supostamente porque até o momento o medicamento não foi devidamente testado para ter sua eficácia comprovada, e também porque apesar da substância ser associada a um pesquisador da USP, ela foi desenvolvida de forma independente por esse profissional que é um químico aposentado da instituição, seu estudo desenvolveu o processo de fabricação, mas não realizou os estudos clínicos que são aplicados a qualquer produto natural ou sintético que possua indícios de que possam ser utilizados para tratamento de doenças.

Os testes são fundamentais para verificar se o produto realmente é eficaz, em quais tipos de câncer ela pode indicado como tratamento, quais são os efeitos colaterais, bem como, avaliar como ele interage com demais medicamentos geralmente administrados no tratamento dos diversos tipos de câncer.

O objetivo desta postagem não é falar da fosfoetanolamina, mas do tomate, este alimento acessível que quase que diariamente está no prato de milhões. Há controvérsias sobre se o tomate é fruta ou legume, a cultura popular costuma definir como legume, pois, ele é um produto natural originário de uma planta e não é doce, assim, laranja, jabuticaba e maçã são frutas, enquanto que tomate, mandioca, alho e cebola são legumes.

Porém, cientificamente falando, do ponto de vista da botânica, a fruta é a "capsula" que armazena a semente de uma planta, portanto, tecnicamente o tomate é uma fruta, assim, como a maçã, a uva e a laranja. Simplificando, tudo que tem semente é fruta, o que não tem semente é legume, exceto as folhas que comumente são chamadas de vegetais.

O tomate é rico numa substância chamada Licopeno, este composto é o responsável pela cor vermelha da fruta, estudos apontam que o Licopeno é eficaz no tratamento de combate ao câncer. Além do tomate, o licopeno pode ser encontrado em quantidades superiores na goiaba, na melancia e no mamão papaia.

Diferente do que ocorre com a maioria dos compostos naturais, o Licopeno não é destruído e nem perde suas propriedades medicinais quando aquecido, portanto, os molhos de tomate vendidos em supermercados também são fonte de Licopeno.

Estima-se que um quilo de tomate maduro possui de 20 a 30g de Licopeno, além de possuir propriedade medicinais úteis no tratamento de câncer, o composto possui efeito antioxidante por combater os radicais livres, ou seja, o tomate também combate o envelhecimento.

Além de frutas in natura como o tomate, a melancia e goiaba, aumente sua fonte de Licopeno incluindo periodicamente em sua alimentação macarronada ao molho, catchup e até mesmo goiabada.

Os benefícios a saúde de se comer o tomate são muitos, ele só deve ser evitado caso haja recomendação médica.

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